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Palavra do Arcebispo ao fiéis

em sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Festa da Padroeira
 
Caríssimos irmãos e irmãs

Desde o dia 21 de outubro, quando agradeci a Deus os 20 anos do meu ministério episcopal e ordenei para a Igreja 13 novos sacerdotes, iniciamos a celebração do mês festivo em honra de Nossa Senhora da Apresentação. Durante estes dias a imagem de Nossa Senhora visitou centenas de famílias nos condomínios, ruas e instituições da cidade. Rezando o terço, cantando os louvores da Virgem Maria, os devotos foram preparando o coração para a festa. Na catedral, o Cerco de Jericó reuniu fiéis em oração diante de Jesus Sacramentado. Foram sete dias e sete noites de intercessão pedindo a bênção de Deus. Famílias e amigos se congratularam na tarde festiva e no jantar dançante, realizados pelas paróquias de Nossa Senhora da Apresentação e da Catedral. A festa assume o objetivo de integrar as pessoas e fomentar a convivência fraterna. Na última quinta feira, dia 11, Natal assistiu mais uma procissão da bandeira com a abertura do novenário. A bandeira, tradicionalmente conduzida da Pedra do Rosário, anuncia o início da festa. Os grupos culturais e as pastorais e movimentos da Arquidiocese se uniram para tornar este dia ainda mais solene. O novenário é o momento forte que vai culminar no dia da padroeira. Nestes nove dias, estaremos refletindo o tema: “Maria, Senhora da Apresentação, escola de discipulado e missão na Igreja de Natal”. Queremos retomar o nosso lugar na escola desta mulher, formadora de missionários, atendendo a convocação do Papa Bento XVI, em visita ao Brasil, em 2007.


Na oração do Santo Rosário, no Santuário Nacional de Aparecida, ele dizia: “Permaneçam na escola de Maria”. Obediente ao papa, a Igreja de Natal deseja permanecer nesta escola e aprender com Maria a lição da construção de um mundo novo de justiça e paz, de comunhão e missão. Do início da evangelização, na primeira igreja de Natal, aos dias atuais da igreja catedral, como indica o cartaz da festa, Maria tem acompanhado e formado a Igreja povo de Deus. O Documento de Aparecida tem fundamentado as reflexões de cada noite e nos enriquecido com belas e instrutivas pregações. A festa é um momento de evangelização para a toda a comunidade. Não podemos esquecer da participação de todos os zonais, movimentos, pastorais e serviços da nossa Igreja. O clero e o povo se unem para manifestar seu carinho e devoção por Nossa Senhora. Outro momento rico é a quermesse. Todas as noites a animação dos grupos musicais, das barracas, dos visitantes, contagia a todos nós e nos faz sentir o desejo do abraço e do encontro fraterno com “velhos amigos” ou “novos conhecidos”, todos irmãos na devoção e na fé. Permaneçamos em festa! Permaneçamos na escola de Maria!


Pela intercessão de Nossa Senhora da Apresentação, que Deus os abençoe agora e sempre.




Dom Matias Patrício de Macêdo
Arcebispo Metropolitano de Natal
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Lançado CD do Hino da Campanha da Fraternidade 2011

em quinta-feira, 11 de novembro de 2010

A gravadora Paulus acaba de lançar o CD com o Hino da Campanha da Fraternidade 2011, “Fraternidade e a Vida no Planeta”, e os cantos quaresmais para o Ano A (2011). O trabalho traz o hino da CF e o repertório quaresmal correspondente a cada ano. As livrarias católicas de todo o país venderão o CD que acompanha o material da CF-2011.

De acordo com o assessor de música litúrgica da CNBB, padre José Carlos Sala, o hino poder ser executado em algum momento mais adequado da celebração, a critério da equipe de celebração e de quem preside. “O hino poderá ser executado, por exemplo, em algum momento da homilia, o que facilitará a vinculação da liturgia da palavra com a vida (tema da CF) – ou nos ritos finais, no momento do envio”, disse o assessor.

A obra

O CD está enriquecido com mais oito faixas inéditas para as celebrações quaresmais do ano A, além de outros cantos do Hinário Litúrgico da CNBB.

A letra do hino suscita uma profunda reflexão sobre a sustentabilidade da vida no planeta e faz veemente convite para cuidar da vida: “Nossa mãe terra, Senhor, geme de dor noite e dia. Será de parto esta dor ou simplesmente agonia? Vai depender só de nós...” (refrão do hino).

Padre Sala ressalta que vale lembrar que o lecionário dominical – embora trazendo nos dois primeiros domingos dos anos A, B e C o mesmo conteúdo evangélico (Deserto e Transfiguração de Jesus) – propõe três diferentes “itinerários” quaresmais: No ano A, os evangelhos estão intimamente relacionados com a temática do batismo (“Samaritana”, “Cego de nascença” e “Ressurreição de Lázaro”). No ano B, o acento recai sobre a pessoa de Jesus Cristo (“Expulsão dos vendilhões”, “Encontro com Nicodemos”, “O grão caído na terra”). Por fim, no ano C, a penitência e a conversão aparecem bem evidenciados (cf. parábolas da “Figueira estéril”, do “Filho pródigo” e o episódio da a “Mulher pecadora”).
FONTE: CNBB
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Seminário de vida no Espírito Santo

em quarta-feira, 10 de novembro de 2010

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Fundação Oficial da Comunidade Católica Renovação

em terça-feira, 9 de novembro de 2010


No ultimo sábado, dia 06 de novembro de 2010, foi fundada oficialmente, na paróquia de Nossa Senhora do Ó, a Comunidade Católica Renovação. A Solene Celebração foi realizada no Terminal Turístico de Timbó,  pelo Pároco, Pe. José Lenilson.

A Comunidade Recebeu seus três primeiros Consagrados de Aliança, o Fundador Melquisedec Costa Bezerra e os Co-fundadores, Reginaldo Aparecido de Sá Sousa e Regiane de Sá Sousa Costa, também ingressaram nove membros como Noviços, sendo eles: Ana Claudia da Costa, Jacicleide Costa dos Santos Bezerra, José Antônio do Nascimento, Josenildo Dias da Costa, Judson Costa Bezerra, Kaline Santos da Silva, Luciano Alves do Nascimento, Marinezo de Macedo Alves, Marcos Martins de Macedo. Estavam presentes no cerimônia representantes de diversas comunidades, como: a Comunidade Shalom, Obra de Maria, Chama de Amor e Discípulos da Nova Aliança, além da presença do Fr. Washington ocm, do Seminarista Andreson, do Grupo de jovens Restauração e vários representantes de pastorais e comunidades vizinhas.

Fonte:comunidadederenovação.blogspot.com


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Festa da padroeira da Arquidiocese começa dia 11

em segunda-feira, 8 de novembro de 2010


A programação da festa da padroeira da cidade do Natal e da Arquidiocese, Nossa Senhora da Apresentação, será aberta dia 11 próximo. Neste ano, a festa terá como tema: “Maria, Senhora da Apresentação, escola de discipulado e missão na Igreja de Natal”.
 
No dia 11, as atividades começarão às 15h30, com missa, na Catedral; às 16h30, acontecerá o primeiro Cortejo do Rosário; às 18h, procissão da bandeira; às 19h, apresentação da Orquestra Sinfônica do RN, na Catedral, seguida de hasteamento das bandeiras.
De 12 a 20, a programação diária é a seguinte: às 5h, caminhada da Igreja do Rosário para a antiga Catedral, concluindo com celebração eucarística; às 11h, missa, na Catedral; às 16h, Ofício de Nossa Senhora e missa, na Catedral; às 17 h, missa, na antiga Catedral; às 18h, na Catedral, reza do terço, transmitida pela Rádio Rural, e, às 19h, novena. Todo o novenário será presidido pelo Arcebispo, Dom Matias Patrício de Macêdo. As pregações e bênçãos do Santíssimo Sacramento serão feitas por padres da Arquidiocese. Todas as noites, após a novena, há funcionamento de quermesse.

No dia 21, último dia da festa, a programação é intensa e começa a zero hora, na Pedra do Rosário, com uma vigília. Às 4h30, acontecerá a procissão fluvial, pelas águas do Rio Potengi, com a imagem de Nossa Senhora da Apresentação. Às 5h, missa, na Pedra do Rosário, presidida por Dom Matias. Às 7h30, missa solene, na antiga Catedral, presidida por Mons. Agnelo Dantas Barretto. Às 10h, na Catedral, missa solene, na Catedral. A partir das 14h, 7º Natal Caminha com Maria, do Santuário dos Mártires, no bairro de Nazaré até à Catedral, encerrando com missa, transmitida pela Rádio Rural de Natal e pela Rede Vida de Televisão.
 Fonte: www.arquidiocesedenatal.org.com
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em sábado, 6 de novembro de 2010

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Artigos (Tribuna do Norte)
Natal, 06 de Novembro de 2010 | Atualizado às 11:00
Festa para todos os santos
Publicação: 05 de Novembro de 2010 às 00:00

Pe. José Lenilson de Moraisa - Adm. Paróquia N. Senhora do Ó,  de Nísia Floresta

Na tradição católica costuma-se celebrar os santos e santas: aqueles homens e mulheres que se destacaram por uma vida exemplar no seguimento de Nosso Senhor Jesus Cristo. São milhares de anciãos, jovens e crianças que viveram as virtudes heróicas no cotidiano de suas vidas ou na perseverança no martírio. No Rio Grande do Norte não nos faltam exemplos como os Mártires de Cunhaú e Uruaçú, Irmã Lindalva e outros em processo de beatificação, como o Pe. João Maria e o Cônego Monte. Mas é claro que é incontável a multidão dos autênticos seguidores de Jesus, que seria absurdo reduzir os santos àqueles que foram ou serão canonizados. É exatamente por isso que uma vez por ano a Igreja celebra a “Festa de todos os santos”. Em todos os outros países, esta Missa é celebrada no dia 01 de novembro.

No Brasil, esta e outras comemorações litúrgicas são transferidas para o domingo seguinte. O que, a meu ver, nem sempre produz os efeitos esperados, além do que é estranho quebrar a ligação direta que havia na passagem do dia de todos os santos para a celebração de finados. Os dias 01 e 02 juntos parecem-me mostrar melhor a realidade escatológica do encontro definitivo do homem com o Altíssimo. De qualquer modo, o significado maior da celebração é aquele de mostrar que a santidade é a vocação mais sublime de todo ser humano e que há uma comunhão que supera os condicionamentos físicos, biológicos e temporais.

Mas, o que é a santidade? Vale a pena falar sobre a santidade, hoje? Ainda se sustenta um discurso sobre os santos quando parece sobressair o contratestemunho, a hipocrisia e a falsidade? Creio que ninguém duvida que Madre Teresa de Calcutá foi uma mulher extraordinária, que sua vida é do mais alto grau de coerência humana e cristã, que soube servir aos pequenos até o esgotamento, que questionou a sociedade e a Igreja sem buscar os holofotes, que amou o seu próximo como o próprio Cristo Jesus. Pois bem, isto tem um nome: santidade. Ela mesma escreveu a propósito: “As pessoas dizem um monte de coisas inteligentes, grandiosas, belas, maravilhosas, enquanto eu digo coisas aparentemente bobas, coisas que até as crianças podem compreender. E, no entanto, as pessoas são inflamadas por estas palavras, porque conseguem compreendê-las e torná-las suas, pois a santidade não é um luxo para poucos escolhidos. A santidade é um dever de todos para vós e para mim. Mas, o que é a santidade? A santidade é aceitar a vontade de Deus com um grande sorriso... nisto ela se resume” (R. Bellinzaghi, Cinco minutos com Deus e com Madre Teresa, Paulinas, p. 57). Teresa de Calcutá é, sem dúvida, um exemplo colossal de vida santa. Contudo, existem aos milhões pessoas de todas as Igrejas e Religiões que fazem uma experiência de fé capaz de transformar suas vidas e contagiar a vida de quem as cerca. São pessoas que descobriram o lado alegre e belo e, ao mesmo tempo, comprometido e exigente do encontro com o Criador.

Para nós, cristãos, é no rosto humano de Cristo crucificado e ressuscitado que encontramos a transcendência de Deus, do Santíssimo, do totalmente Outro, que vem ao encontro do homem para lhe falar como a um amigo. Encontrar, eis o segredo! Duras batalhas temos que travar para o verdadeiro, profundo e transformador encontro com o Senhor. Ele não se esconde nem dificulta o nosso acesso. Em Jesus – o Supremo Mediador – Ele já se nos deu inteiramente. Nós é que fugimos dele, pensamos que seremos privados da liberdade, da alegria do viver, da espontaneidade e felicidade. Ele, que é todo Santo, nos respeita e acompanha com carinho até o dia em que decidirmos acolhê-Lo livremente para a aventura do amor na ternura de um Deus que se fez humano só para nos encontrar. Eis a santidade!

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Palavra do Arcebispo ao fiéis

Dom Eugênio Sales: 90 anos

Caríssimos irmãos e irmãs

Neste final de semana, a nossa Igreja Arquidiocesana une-se à alegria da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro para agradecer a Deus os 90 anos do Cardeal Dom Eugênio de Araújo Sales. A sua vida marcou profundamente a nossa história, pois, sendo filho desta terra, aqui viveu por 44 anos. Nasceu em Acari no ano de 1920, estudou em várias escolas de Natal e teve sua formação para o sacerdócio no nosso Seminário de São Pedro, passando também, como todos os seminaristas da época, pelo Seminário da Prainha, em Fortaleza – CE. Foi ordenado sacerdote por Dom Marcolino Dantas, nosso primeiro arcebispo e exerceu o ministério sacerdotal na Paróquia da Imaculada Conceição, de Nova Cruz, e na cidade do Natal. Foi eleito bispo pelo Papa Pio XII, em 1954, e permaneceu em Natal, primeiro como bispo auxiliar e depois como Administrador Apostólico, até 1964. À frente da Arquidiocese, Dom Eugênio foi o principal organizador do Movimento de Natal, conhecido, em muitos países, pelo pioneirismo e a abertura da ação evangelizadora às diversas realidades e exigências da missão: Campanha da fraternidade, hoje presente em todo o Brasil; Movimento de educação de base (MEB); Emissora de Educação Rural, ainda hoje em atividade com a Rádio Rural; experiência das religiosas administrando paróquias (irmãs vigárias); Serviço de Assistência Rural (SAR) e Serviço de Ação Urbana (SAUR), estes ainda em atividade; realização da primeira assembléia diocesana de pastoral, dando início a uma nova mentalidade pastoral, construindo uma igreja de comunhão, dando os primeiros passos da pastoral de conjunto. Estas são algumas das inúmeras atividades realizadas por Dom Eugênio em nossa Igreja Particular e que justificam a ação de graças que elevamos a Deus nesta passagem dos seus 90 anos. Eu mesmo dou testemunho de seu fecundo pastoreio em Natal, pois fui ordenado por ele em 1963 e contei com sua presença, como Administrador Apostólico, nos primeiros anos do meu ministério sacerdotal.


Transferido, em 1964, de Natal para a Arquidiocese de Salvador na Bahia, foi escolhido, em 28 de março de 1969, pelo Papa Paulo VI, para o Colégio Cardinalício. Permaneceu em Salvador até o ano de 1971, quando foi nomeado Arcebispo da Arquidiocese do Rio de Janeiro. Por 30 anos conduziu os caminhos desta Igreja Particular, dando testemunho de amor a Cristo e sua Igreja, de comunhão com o sucessor de Pedro e de sensibilidade aos problemas de seu tempo.


Como vemos, por onde passou, nestes 90 anos, Dom Eugênio deixou marcas de fidelidade, principalmente na defesa da fé, da vida, da justiça e da paz. Natal é feliz por contá-lo entre seus filhos.

Deus abençoe Dom Eugênio e a todos nós, agora e sempre.

Dom Matias Patrício de Macêdo
Arcebispo Metropolitano de Natal
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Madre Bárbara Maix será beatificada neste sábado em Porto Alegre

em sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Nesta sábado, 6, a fundadora da Congregação das Irmãs do Imaculado Coração de Maria, Bárbara Maix, será beatificada, em Porto Alegre (RS), em cerimônia a ser presidida pelo prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, dom Ângelo Amato. A missa será no Ginásio Gigantinho e terá transmissão ao vivo da TV Canção Nova a partir das 13h30.

O processo começou em 1993 e teve a autorização da Santa Sé publicada em maio deste ano pelo papa Bento XVI, através do decreto do milagre atribuído a intercessão da madre. O decreto fala sobre o menino Onorino Ecker, que em julho de 1944, ficou completamente curado após sofrer queimaduras de terceiro grau. O garoto brincava quando lhe sobreveio uma panela de água fervente. Através do reconhecimento deste milagre, deu-se o último passo para a beatificação.

Bárbara Maix nasceu em Viena, na Áustria, em 1818, mas a perseguição às ordens religiosas, movida pela revolução de 1848, fez com que ela e outras 21 companheiras fossem expulsas do país. Em maio de 1849, já no Brasil, a religiosa fundou a congregação das Irmãs do Imaculado Coração de Maria, no Rio de Janeiro, atuando nas áreas da educação e saúde dos órfãos, crianças e mulheres pobres

A Congregação das Irmãs do Imaculado Coração de Maria está presente no Brasil e em mais oito países: Argentina, Estados Unidos, Paraguai, Venezuela, Moçambique, Bolívia, Itália e Haiti.

Madre Bárbara Maix viveu 14 anos na capital gaúcha e retornou ao Rio de Janeiro, onde morreu no dia 17 de março de 1873, aos 54 anos. Seus restos mortais estão depositados na Capela São Rafael, em Porto Alegre.
 
Fonte: CNBB

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Missa em Ação de graças pelos 12 anos de caminhada e Fundação oficial da Comunidade Católica Renovação.

em quinta-feira, 4 de novembro de 2010


A Comunidade Católica Renovação convida a todos para celebrar neste sábado dia 06 de novembro de 2010 às 19hs, a Santa Missa em Ação de graças pelos 12 anos de caminhada e Fundação oficial da Comunidade, onde 3 membros fazão, nesta data, seus primeiros votos e compromisso de consagração a Deus na comunidade e 9 membros farão seus votos de noviços. Venha você também celebrar este momento de festa e alegria na presença de Deus.
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Santo do dia - São Martinho de Porres

em quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Martinho de Lima, ou melhor, Marinho de Porres, conviveu com a injustiça social desde que nasceu, em 9 de dezembro de 1579, em Lima, no Peru. Filho de Juan de Porres, um cavaleiro espanhol, e de uma ex-escrava negra do Panamá, foi rejeitado pelo pai e pelos parentes por ser negro. Tanto que na sua certidão de batismo constou "pai ignorado". O mesmo aconteceu com sua irmãzinha, filha do mesmo pai. Mas depois Juan de Porres regularizou a situação e viveu ainda algum tempo com os filhos, no Equador. Quando foi transferido para o Panamá como governador, deixou a menina aos cuidados de um parente e Martinho com a própria mãe, além de meios de sustento e para que estudasse um pouco.

Aos oito anos de idade, Martinho tornou-se aprendiz de barbeiro-cirurgião, duas profissões de respeito na época, aprendendo numa farmácia algumas noções de medicina. Assim, estava garantido o seu futuro e dando a volta por cima na vida.

Mas não demorou muito e a vocação religiosa falou-lhe mais alto. E ele, novamente por ser negro, só a muito custo conseguiu entrar como oblato num convento dos dominicanos. Tanto se esforçou que professou como irmão leigo e, finalmente, vestiu o hábito dominicano. Encarregava-se dos mais humildes trabalhos do convento e era barbeiro e enfermeiro dos seus irmãos de hábito. Conhecedor profundo de ervas e remédios, devido à aprendizagem que tivera, socorria todos os doentes pobres da região, principalmente os negros como ele.

A santidade estava impregnada nele, que além do talento especial para a medicina foi agraciado com dons místicos. Possuía muitos dons, como da profecia, da inteligência infusa, da cura, do poder sobre os animais e de estar em vários lugares ao mesmo tempo. Segundo a tradição, embora nunca tenha saído de Lima, há relatos de ter sido visto aconselhando e ajudando missionários na África, no Japão e até na China. Como são Francisco de Assis, dominava, influenciava e comandava os animais de todas as espécies, mesmo os ratos, que o seguiam a um simples chamado.
A fama de sua santidade ganhou tanta força que as pessoas passaram a interferir na calma do convento, por isso o superior teve de proibi-lo de patrocinar os prodígios. Mas logo voltou atrás, pois uma peste epidêmica atingiu a comunidade e muitos padres caíram doentes. Então, Martinho associou às ervas a fé, e com o toque das mãos curou cada um deles.

Morreu aos sessenta anos, no dia 3 de novembro de 1639, após contrair uma grave febre. Porém o padre negro dos milagres, como era chamado pelo povo pobre, deixou sua marca e semente, além da vida inteira dedicada aos desamparados. Com as esmolas recebidas, fundou, em Lima, um colégio só para o ensino das crianças pobres, o primeiro do Novo Mundo.

O papa Gregório XVI beatificou-o em 1837, tendo sido canonizado em 1962, por João XXIII, que confirmou sua festa no dia 3 de novembro. Em 1966, Paulo VI proclamou são Martinho de Porres padroeiro dos barbeiros. Mas os devotos também invocam sua intercessão nas causas que envolvem justiça social.
 
Fonte: www.paulinas.org.br
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