
O período natalino é um dos mais belos do ano. São vários os motivos pelos quais tudo ganha mais cor, alegria, música e encanto. Certamente concorre para isto, o fato de está próximo o período do descanso das merecidas férias e os anseios por um ano melhor que o que finda. Por isto é justo considerar o Natal e o Advento, que o prepara, como tempos da esperança. Há muito tempo, porém, algo vem mudando nesta época do ano. É uma mudança visível e, ao mesmo tempo, camuflada, quase subliminar. O Natal, como o próprio nome já o diz, é a comemoração do Nascimento de alguém muito especial. Ele não foi chefe de Estado, filósofo, cientista renomado ou celebridade da moda. Simplesmente foi e é o Filho eterno do Pai, que veio abitar no meio de nós, sendo em tudo igual a nós, menos no pecado. E seu nome “era Jesus de Nazaré” canta Pe. Zezinho na inesquecível canção “um certo Galileu”. Nesta “mudança de época” como chamam os estudiosos e a CNBB, há uma tentativa orquestrada ou não de substituir ou eliminar em tudo a presença do Sagrado. A proposta é uma espécie de laicização em massa com clara matiz ateísta. Na verdade, uma espécie de neopaganismo reaparece com força em nossa sociedade. Vejamos que festas como o “dia das bruxas” ganham cada vez mais adeptos nos Estados Unidos e mesmo no Brasil. As Leis restringem cada vez mais qualquer apoio do Estado `a cultura religiosa enquanto as manifestações contrárias a dignidade do ser humano como a “marcha da maconha” e outras (que é prudente não mencionar) ganham permissão, apoio e financiamento.
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